Somos Todos Estranhos

Porque a saúde mental não pode ser tabu.
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SINOPSE

A saúde mental não pode ser tabu. Sobretudo numa altura em que a própria trajetória do mundo nos convida a olhar à volta, e depois para dentro, e compreender que não estamos sozinhos nas nossas lutas. Por isso, este é um relato cru, pertinente e, sobretudo, muito útil para qualquer leitor. Neste livro, o humorista António Raminhos partilha um testemunho de grande honestidade sobre a ansiedade, os medos e as obsessões que há muitos anos o habitam e quase o fizeram enlouquecer. E, claro, em vários momentos bem-humorado, porque como o próprio diz, para haver comédia é preciso haver tragédia.

Nestas páginas, os episódios divertidos narrados pelo autor - como a tentativa de sedução de que foi alvo por um homem de metro e meio num bar gay - têm o mesmo valor ilustrativo que os mais emotivos - de que é exemplo o momento em que, vendo-o chorar, conseguiu perdoar e entender o próprio pai. Começando leve e divertido, este livro apresenta-se ao leitor em crescendo, terminando como um convite claro para descobrirmos mais sobre nós próprios. Porque só quando perdemos a vergonha de pedir ajuda ou de partilhar as nossas histórias, os nossos medos, ou as nossas derrotas sem julgamentos é que começamos a entender que somos todos estranhos. E também só nessa altura é que percebemos que isso é normal.
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DETALHES DO PRODUTO

Somos Todos Estranhos
ISBN: 9789896663124
Edição/reimpressão: 10-2021
Editor: Contraponto Editores
Código: 193633000104
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 234 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
António Raminhos nasceu em 1980 (um ano bissexto, que começou numa terça-feira e acabou numa quarta), para grande infelicidade dos seus pais. Nesse mesmo ano, o Sporting foi campeão nacional e José Cid venceu o Festival da Canção. Há quem diga, todavia, que o nascimento do pequeno António terá constituído uma forma de compensação divina pelas perdas, nesse mesmo ano, de génios como Jean-Paul Sartre, Alfred Hitchcock, Vinicius de Moraes ou John Lennon. Passados 37 anos, essa teoria continua por provar.
Profissionalmente, começou muito mal, aspirando à pobreza, dado que foi jornalista (no jornal A Capital e na RTP). Quando se viu desempregado, decidiu experimentar o humor. Subiu pela primeira vez a um palco em 2006 e, vá-se lá saber porquê, as pessoas gostaram. Desde então, nunca mais parou de tentar ter graça. Foi cronista da Maxmen, celebrizou-se em programas de televisão como 5 para a meia-noite ou Dança com as estrelas e criou um talk-show de grande sucesso na Internet, intitulado Banheira das Vaidades. Recentemente, tornou-se uma das vozes do Café da Manhã da RFM, com a rubrica "As Marias". O espetáculo com o mesmo nome esgotou salas em todo o país e agora surge o livro homónimo, que é mesmo espetacular. Apesar de todos estes feitos mais ou menos impressionantes, o melhor que fez na vida foi ter conquistado a mulher, Catarina, e com ela concebido – segundo consta – as suas lindas três marias: Maria Rita, Maria Inês e Maria Leonor.
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